A única diferença entre o impulso invasivo que levou os EUA a impor a democracia a alguns paises bárbaros e o que há de invasivo na afirmação de que a ciência é universal, é que, nesta última, há uma verdade de fundo que abona as ações da ciência aos olhos dos seus expectadores.
De resto, pretender que a ciência seja universal é não ter entendido que a aplicação das leis científicas pode não ter fronteiras, mas a expansão das lentes pelas quais encaramos o mundo deveria se deter no respeito e no reconhecimento de outras formas de vida.